
A mulher é um ícone de estereótipo trabalhado pela propaganda ao longo dos anos. No início, foi retratada como mãe, dona de casa e sexo frágil. Hoje, é retratada como mãe, dona de casa e sexo frágil. Mas o apelo sexual continua aumentando.
As mulheres, na propaganda, são utilizadas em praticamente em dois grandes temas: o cuidado com a casa e a beleza.
Na década de 20 já utilizava-se a mulher, por exemplo, para se vender cerveja. O que continua até hoje, fora alguns acertos estéticos.
Mas o ‘clichê’ não é só na bebida alcoólica. É bastante comum encontrar material publicitário de turismo trazendo a imagem da mulher como tradução do povo brasileiro. A figura fe-
minina sempre aparece complementando as propagandas de praias paradisíacas, do Carnaval, do patrimônio histórico e da nossa natureza.
A antropóloga Miriam Goldenberg define muito bem essa mudança no estereótipo:
”Hoje a ênfase é o corpo. Vende-se um padrão de beleza específico, como forma de a mulher ter sucesso, ser feliz”
A propaganda pode ser para qualquer produto ou serviço, que a mulher provavelmente será jovem, magra e bonita. Como é o caso de uma ação recente que a marca Agent Provocateur fez para divulgar o lançamento do perfume Strip, colocando a modelo Jen Dawson pelada na vitrine da loja de departamentos Selfridges.

O que justifica a posição de Armando Strozenberg:
“A publicidade não abre caminhos nem joga questões. Só tenta refletir o senso comum. Se este muda, a publicidade vai atrás”
Fonte: Estagiaridade














Análise do uso do estereótipo como recurso criativo na propaganda http://discutindoaredacao.wordpress.com/2010/10/28/sorria-voce-esta-sendo-estereotipado/